O perigo do sedentarismo vs. o risco do excesso: Como encontrar o equilíbrio no treino
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Entenda as causas das lesões frequentes no treino e por que o equilíbrio é a chave para evitar que a atividade física deixe de ser um benefício e se torne uma resposta compulsiva ao estresse
por Laina Moraes
Lesões em exercícios físicos, comuns em músculos, tendões e articulações, resultam frequentemente de sobrecarga, má execução técnica ou falta de aquecimento. As mais frequentes incluem entorses, estiramentos, tendinites, bursites e lombalgias. A prevenção envolve aquecimento, progressão de carga e descanso adequado, enquanto o tratamento inicial costuma incluir repouso, gelo e compressão.
Conversamos com uma professora de educação física Juliana Rosa que nos explicou em que o exercício físico: “Olha, quando começa a virar um problema, quando ela começa ir para academia, mas se machucar, quando ela deixa de fazer alguma coisa que ela gostava muito antes e troca para o treino ou como ela quando ela começa se punir, tipo, eu comi mais, não sei o que, vou ir lá e treino.”
A professora ainda explica que o excesso da atividade é um problema na mesma proporção: “Então fica de exemplo que o excesso é ruim, tanto o excesso, mas é atividade física é uma coisa boa, mas é ruim, tomar muita água também é ruim, sedentarismo parado zero também é muito ruim, sedentarismo ele mata, inclusive é uma das coisas que mais matam no mundo que ninguém fala, que é o sedentarismo, é o não fazer nada, também é muito ruim.”
Exercícios físicos e movimento são aspectos importantes para manter nosso bem-estar. Assim como nutrir o corpo com alimentos, usar protetor solar e consultar um médico fazem parte dos cuidados pessoais, movimentar o corpo também é fundamental. Seja praticando esportes, participando de aulas de ginástica, cuidando do jardim ou dando um passeio matinal, o exercício físico pode melhorar nossa mobilidade e estimular a produção de endorfinas, hormônios que nos fazem sentir bem física e mentalmente.
No entanto, o movimento também pode se tornar um mecanismo de enfrentamento para lidar com o estresse e, embora seja benéfico ter habilidades saudáveis para lidar com ele, o uso excessivo pode ser prejudicial. Quando o exercício se torna uma resposta compulsiva a gatilhos, as consequências para a saúde física e mental muitas vezes superam os benefícios típicos do movimento. Em alguns casos, o exercício compulsivo é indicativo de um problema maior, como um transtorno alimentar.

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